
Seu nome é James Montgomery Flagg, um ilustrador americano que viveu na primeira metade do século passado. Ainda não fazem ideia de quem seja? Bom, era de se esperar que essa resposta surgisse. Mas acredito que, a partir da imagem a seguir, todos vão reconhecê-lo:

É ele mesmo; o homem que imortalizou a figura, o mito do Tio Sam e o nacionalismo ufanista - e autodestrutivo - americano (Graças a Deus que essa qualidade não só pertence a gente!). Bom, lembrando dessa imagem um dia desses, pensei como seria interessante expor algumas das milhares de paródias referentes à imagem. Se elas causarem risos, bom pra quem se distraiu com elas. Porém é importante lembrar que o ser humano é o único capaz de rir da sua própria desgraça.
So, there we go:


Consumamos um pouco da safra audiovisual ianque para entendermos melhor esse sutil desejo de domínio e a lacuna existencial que essa proporciona...e olha só que engraçado...não serão nossos amigos Darth Vader (Star Wars) e Tyler (Clube da Luta), ilustrados acima, curiosas metáforas dessa (in)feliz realidade?
Próximo:
Um dos cartazes mais metalinguísticos que eu já vi. Portanto, comentários não são necessários aqui.
Não sei por que, mas essas imagens me fizeram lembrar de um treccho da música Rebel Rebel, de David Bowie: "Rebel rebel, your face is a mess / (...) how could they know?" (Rebelde rebelde, sua cara está uma bagunça / como eles poderiam saber?)
"Era um garoto, que como eu, amava os Beatles e os Rolling Stones / Girava o mundo, sempre a cantar, as coisas lindas da América..."
Já que, querendo ou não, os brasileiros ainda conservam aquela reminiscência frustrada de que "aquela taça poderia ser nossa outra vez..." nada mais apropriado incluir essa imagem. "We're all Africa", mas adivinha para quem vai a maior parte do bolo??
Bom, pelo menos não são só os europeus que tem medo de perder sua hegemonia social....
E, por fim:
Será esse é o fatídico destino da sociedade global?

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D+ sábias e realistas as suas palavras. Ameii
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